" O mais difícil de gerir são as pessoas"

Esta é uma das frases que mais se faz ouvir nas organizações.

Este lamento, que repetidamente se faz ouvir nas Organizações, tem a ver com um pressuposto partilhado pelos gestores de que o domínio técnico é o determinante para a eficácia dos Recursos Humanos. Como se bastasse saber para conseguir fazer. De resto, como todos falamos a mesma língua tudo é fácil (?!)

Assim, a Gestão de Recursos Humanos surge de uma forma reativa, desfazada do negócio, do posicionamento da empresa no Mercado, quando o conflito latente ou manifesto está já instalado, quando os resultados estagnaram ou decresceram. 

E esta forma de gerir os Recursos Humanos aparece como marginal á Gestão do Negócio.

Não é de admirar então que “o mais difícil de gerir sejam as pessoas”.

a Não-Gestão Corporativa, ou a Gestão Corporativa Reativa da sua empresa ou grupo, constitui o seu mais elevado custo de produção.

mais corporação

"As únicas grandes companhias que conseguirão ter êxito são aquelas que consideram os seus produtos obsoletos antes que os outros o façam."

Bill Gates

Ajudamos a transformar a gestão das pessoas num processo agil, dinâmico, Criativo e Corporativo.

A gestão das pessoas numa organização é semelhante à forma como compra umas calças.

 

Se a suas medidas estiverem dentro do padrão e os seus objetivos forem apenas a compra de umas calças, poderá  ir a uma qualquer loja, pois facilmente encontrará umas calças à sua medida.

 

Se os seus objetivos forem outros, como, a originalidade, criatividade, charme, diferenciação ou até mesmo subir os Himalaias, então aqui não é só a medida, o corte ou a cor que serão significativos para a escolha. A natureza dos tecidos, nomeadamente, a sua leveza, temperatura ou o tecido ser respirável, farão toda a diferença.

Com a sua empresa acontece exatamente a mesma situação. Se for uma empresa ou um grupo de trabalho com uma estratégia padrão, um produto padrão, a gestão das pessoas também seguirá esse padrão normalizado. 

Atualmente, o número de empresas que conseguem sobreviver com estas dinâmicas genéricas é cada vez menor. A agressividade dos mercados obriga a uma inovação constante nos processos de produção, comunicação e  gestão de forma a ir ao encontro dos valores do Cliente com o maior valor possível e tantas vezes com um custo menor. Só desta forma a empresa se poderá destacar e assim vender os seus produtos ou serviços.

Se é esta a realidade da sua empresa, então sabe a importância da introdução de novas tecnologias, da quebra dos padrões cognitivos, do mergulho na diferença,  quer para novos produtos ou serviços, quer para novos mercados.

 

Nestes casos, estes avanços serão facilitados com uma gestão de Recursos Humanos à medida da Missão, Objetivos e Estratégia da Empresa, que terá, necessariamente, que ser, também ela, dinâmica e criadora de valor. 

Que indicadores utiliza para saber se as  ações,  decisões e prioridades das pessoas estão alinhadas  com os  objetivos estratégicos e posicionamento atuais da  Corporação no mercado?
 
Inovou no produto, nos procedimentos, no marketing, nas tecnologias. E, na gestão dos Recursos Humanos, que inovações    foram implementadas nos últimos 3 anos? 
 
Essas inovações foram implementadas a partir de que necessidade?  De um mau-estar interno ou de um alinhamento com a estratégia da organização?
 
De que forma foram essas alterações sincronizadas com a    cultura Organizacional? 

Saiba como está a sua GCRH?

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2019, UQ35

Lisboa, Portugal